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Ministra do Ambiente quer ver turistas no Parque da Quiçama

O Parque Nacional da Quiçama deve ser reactivado, receber mais turistas e gerar mais receitas, defendeu a ministra do Ambiente, que anunciou mais meios para a resolução dos problemas e criação de melhores condições na infra-estrutura, que é uma “prioridade”.

“Queremos, o mais rápido possível, tornar o Parque Nacional da Quiçama num lugar que receba regularmente turistas e aumentar as receitas. Para isso, temos que ter as condições para essa atracção turística que se pretende”, disse Ana Paula Carvalho.

Para a ministra do Ambiente, a flora e fauna devem ser preservadas para poderem desenvolver-se, e para isso é necessário intensificar o combate à caça furtiva e às queimadas, devendo haver mais trabalho de fiscalização no interior do parque, embora tenha reconhecido que muito ainda precisa de ser feito no que toca à existência de meios e efectivos.

Para fazer face à falta de meios de locomoção dos fiscais do parque, a ministra procedeu à entrega de duas viaturas, devidamente equipadas.

Ana Paula de Carvalho considerou o Parque Nacional da Quiçama como prioridade do seu pelouro e prometeu desencadear acções para que o mesmo conheça dias melhores.

Para o administrador do parque, a maior preocupação é a preservação das espécies, dado que a maior parte delas está em risco de extinção. “Quando cá chegamos, encontramos apenas dois machos girafas que, se não forem controlados devidamente, correm o risco de desaparecer. O mesmo se dá com os elefantes e algumas outras espécies, pois há muito que não temos a reposição de animais”, disse António Silva.

Quanto ao combate à caça furtiva, António Silva diz que têm sido “pequenos heróis para fazer face à situação, atendendo aos escassos meios e efectivos disponíveis”.

Segundo ele, os caçadores furtivos são financiados e actuam com recomendações.

“Precisamos de meios cada vez mais avançados tecnologicamente, como drones, outros meios técnicos e mais efectivos”, diz o director do Parque.

O Parque Nacional da Quiçama tem 108 efectivos para cobrir uma extensão de 9.960 quilómetros quadrados.

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