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Ambiente: Angola adere a campanha Blue Skies and Net Zero 2050

Angola vai aderir à às iniciativas da campanha Blue Skies and Net Zero 2025, desenvolvida pelo Instituto Global para o Crescimento Verde (GGGI – na sigla em inglês), revelou ontem, em Luanda, o director para África da instituição, Malle Fofana.

O responsável falava aos jornalistas no final de uma audiência com a vice-presidente da República, Esperança da Costa, e saudou as acções e dinamismo das autoridades angolanas no domínio da protecção ambiental, o que levou a escolha do país para a abertura da referida campanha – sendo o primeiro pais africano a aderir.

A Blue Skies and Net Zero consiste na implementação de acções para o combate à poluição e deriva de uma resolução da Assembleia Geral da ONU sobre poluição, conjugada com as recomendações da Assembleia Geral do Ambiente de 2022.

Angola possui já legislação específica neste domínio, como o Programa Nacional de Qualidade Ambiental, que comporta as componentes do ar, água e solo, sendo que, para esta campanha, em particular, tem a componente do ar, que envolve o combate à poluição nas cidades e zonas rurais e não só.

De igual modo, existe também o Despacho Presidencial sobre o Fomento dos Espaços Verdes, que vai até ao nível de municípios, bem como os programas nacionais de Normalização Ambiental e das Tecnologias Ambientais, tudo isto no quadro da Estratégia Nacional para as Alterações Climáticas.

O GGGI é uma organização intergovernamental internacional, da qual Angola faz parte desde 2019, baseada em tratados dedicados a apoiar e promover um crescimento económico forte, inclusivo e sustentável em países em desenvolvimento e economias emergentes.

A organização dá igualmente apoio, no que toca à capacitação institucional, angariamento de fundos para a implementação de projectos, bem como o fomento de acções para que as cidades possam tornar-se mais verdes, tendo em conta o objectivo da mitigação dos efeitos nefastos de acções como a poluição.

Entre os distintos projectos desenvolvidos no país, destaque para a construção do canal do Cafu, que visa melhorar o acesso à água nas comunidades, o Programa das Energias Renováveis, lançado em Benguela, o Ciclo Combinado do Soyo, o projecto Laúca, assim como a iniciativa Mayombe, que se podem considerar como “chaves” das acções do país neste domínio. SC/OHA/ADR

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