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Lavínia Veiga: “O empreendedorismo está no ADN das angolanas”

Criou a Boutique 107, em 2018, em pleno centro de Lisboa, que se assume como a primeira florista de luxo com conceito Champagneria em Portugal. Aos 27 anos, a jovem angolana, formada em Ciências Políticas e Relações Internacionais, que vive há 20 em Portugal, está agora de malas feitas para replicar o negócio em Luanda, no Patriota, levando para Angola um conceito que teve grande sucesso em Portugal.

A ideia de abrir a Boutique 107, explica, nasceu pela paixão que sempre teve por flores, e por verificar que, nas lojas que visitava, não encontrava o que procurava como consumidora: uma experiência, mais do que uma ida às compras.

“A minha empresa é o meu primeiro emprego, não tinha experiência, afirma Lavínia Veiga, que considera que o público português é “mais desafiante e exigente, mas fica”, ao contrário do público angolano, “mais consumista, mas de modas”.

A empresária aplaude as elevadas taxas de empreendedorismo em Angola, sobretudo das mulheres, e assume que ainda não se sente realizada. “Senão, estaria estagnada”, afirma.

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