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Jonas Nazareth: “Quem vive na Diáspora tem sempre saudades”

Jonas A. Nazareth, residente no Egipto, é o primeiro escritor angolano a ter obras traduzidas em árabe. Nasceu no Rangel, em Luanda, onde fez os estudos primários e secundários. Aos 18 anos, em 1983, cumpre o serviço militar na 5.ª Região Militar (Mulondo), partindo depois para a Paris, onde estudou línguas estrangeiras (francês e inglês).

Na Europa abraça o islamismo, e em 1997 regressa em Angola, onde aceita o desafio de dirigir um internato para órfãos, em Viana (Al-Nur), pertencente à ONG com sede no Kuwait, África Muslims

Em 2007 volta a emigrar, desta feita, para o Egipto, em parte com motivação religiosa. Fica no Cairo, onde ainda hoje vive, e trabalha como jornalista, comentador de assuntos africanos na Nile TV. Na rádio Cairo, que emite informação em idioma português, apresenta noticiários.

Escreve o seu primeiro romance – ‘Contrariedades da Vida’ – em 2011) e assina um contrato com a editora portuguesa Chiado Books, a par de outro com a editora egípcia Sefsafa, para editar os livros em árabe.

Publica o segundo romance – ‘Amuletos e Outras Paranóias’ – em 2015. O terceiro livro é um ensaio, em francês e traduzido em árabe, com patrocínio da revista Charilogone – ‘Os Dez Princípios, para o Sucesso de um Africano’ (2018).

Em 2021, publica o romance ‘Os Emigrantes’ e, neste ano deverá publicar mais um.

Destaca as boas relações que tem mantido com os angolanos no Egipto, a quem passa também as suas experiências, mas assume que quem está na Diáspora, quem vive longe do seu país de origem, tem “sempre saudades” de casa.

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